31 de out. de 2009
Stefhany trocou de carro
O vídeo revelação foi removido do youtube mas a empresa é a REDE SMART.
* Teaser: (em inglês "aquele que provoca" (provocante), do verbo tease, "provocar") é uma técnica usada em marketing para chamar a atenção
Bjos
Fonte: http://www.diferi.com.br/blog e http://www.stefhanytrocoudecarro.com.br
Akkar e Diferi




FICHA TÉCNICA
Criação: Mário Virva, Thaís Farah, Marcos Peresi,Mara Faria e Leandro S. Souza
Direção de criação: Mário Virva
Anunciante: Restaurante libanês Akkar
Mídia: Danilo Alves e Raissa Rezende
Atendimento: Rogério Fonseca, Fernanda Nogueira e Paula Spirandelli
Aprovação: Roberto Yunes
Bjos
Fonte: http://www.diferi.com.br/blog.php
HAPPY END

Sabe-se que a faculdade e os cursos de formação permitem que alunos aprendam de maneira teórica, tudo sobre comunicação, propaganda e marketing. Mas na prática, as exigências do mercado vão além do que a academia pode oferecer. Exceto pelo estágio, os alunos ou formandos têm poucas oportunidades de saber, de fato, quais os desafios da profissão.
O HAPPY END vai estreitar esta relação e permitir que os futuros profissionais conheçam melhor o mercado onde pretendem atuar. Participe e comece agora a dar um final feliz para sua carreira.
Eu já fiz minha inscrição!
Bjos
Fonte: http://www.appudi.com.br/
27 de out. de 2009
Agências de Uberlândia no CCSP
A Fórmula P com 3 peças do Jornal Correio de Uberlândia.

Grupo Creative com 1 peça da Romap Seguros.
Peça 1 - FICHA TÉCNICA
redação: Dani Borges
direção de arte: Alexandre Serafim
direção de criação: Jotapê
produção gráfica: Marco Tulio
anunciante: Romap Seguros
produto: Seguros
gráfica: Grafica Brasil e Grafica Cortes
mídia: Dina
ilustração: Nonsense Filmes - 3D
aprovação: Robson
país: Brasil
data de veiculação: 2009-08-01
Um beijo pra minha amiga Thalita Junqueira - tráfego do Grupo Creative.
Próximo post será uma campanha feita pela Diferi. Aguardem.
Bjos
Fonte: http://www.ccsp.com.br/
26 de out. de 2009
Pepsi
Embalagem é tudo

Os bombons foram devorados rapidamente, mas a embalagem durou dias e dias...
Convenhamos meninas e meninos, ganhar/dar uma caixa de bombons é uma coisa, ganhar/dar um coração de bombons é ooooouuuuutraaa coisa.
Esta emoção que nos toma quando recebemos um presente com embrulho/formato diferente ou quando batemos o olho no produto na gôndola do supermercado e queremos comprar só por causa do design, das cores ou do tamanho, nada mais é que uma mistura do que a embalagem é capaz de fazer conosco.
A embalagem tem o poder de hipnotizar, transmitir expectativas referentes ao produto, incentivar a compra por impulso (se bem que nós mulheres não precisamos de embalagem para comprar por impulso), e agregar valor a marca ou produto.
E para exemplificar todo esse poder, nada melhor do que imagens.
Curta agora algumas embalagens que são tudo de bom!


E você? Já comprou algum produto só por causa da embalagem?
Qual embalagem marcou sua vida?
Bjos
22 de out. de 2009
Propagandas Proibidas
Recebi por email do Rogério.
Fonte: desenblogue.com
20 de out. de 2009
Semana ESAMC de Comunicação

Clique na foto para ampliarEu, como Coordenadora da Semana ESAMC de Comunicação, sinto saudades desse período e desse evento. Foi realizado com muita dedicação e carinho. Hoje ainda rende frutos e elogios. Agradeço a todos que fizeram desse evento um sucesso.
Bjos
Você é HANDS ON?
Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.
Fabiana: -- In a hurry!
Seu Borges: -- Saúde.
Fabiana: -- Não, Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás, desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?
Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?
Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.
Seu Borges: -- Não, não. Cópias normais mesmo.
Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.
Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai dar!
Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.
Seu Borges: -- Como assim?
Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.
Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.
Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...
Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?
Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.
Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!
Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?
Seu Borges: -- Hã?
Fabiana: -- Hands on. Mão na massa.
Seu Borges: -- Claro que sou!
Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.
Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:
1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.
2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.
Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.
Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente super qualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a Fundação Alfred Nobel.
Pessoas super qualificadas não resolvem simples problemas! Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagredo celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van. E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática, energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação... Só que não sabia nem abrir o capô.
Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.
Autor: Max Gehringer / Colunista da Revista EXAME / Consultor do Fantástico.
17 de out. de 2009
My babies
Olha só meus futuros babies...
Luiz Henrique









































